Eu sei exatamente o que você está sentindo. Porque já estive aí.
Comecei advogando sem especialidade, sem clientes fixos, sem previsibilidade. Pegava qualquer caso que aparecia — família, cível, trabalhista. Faturava pouco e trabalhava demais.
Até que um cliente chegou com um problema de busca e apreensão. O banco queria tomar o carro dele. Eu não sabia quase nada sobre o tema — mas estudei, pesquisei, mergulhei na jurisprudência.
E descobri algo que mudou tudo.
O contrato estava cheio de abusividades que ninguém contestava. A notificação de mora era inválida. Os juros eram compostos quando deveriam ser simples. E a maioria dos advogados simplesmente não sabia disso.
Ganhei aquele caso. E o seguinte. E o seguinte. E o seguinte.
Desde 2018, venho enfrentando os maiores bancos do Brasil — e vencendo. Foram mais de R$2 milhões em honorários, teses jurídicas inéditas que chegaram ao STJ e viraram manchete de notícia, e um método testado e refinado caso após caso.
Advogados de outros estados começaram a me procurar pedindo orientação. Foi aí que percebi: o problema não era falta de talento — era falta de método. De técnica atualizada. De acesso à informação que os bancos não querem que você tenha.
Nasceu o Método ACM — e há 3 anos venho formando especialistas.
Hoje, são mais de 400 advogados formados em todos os estados do Brasil. Advogados que saíram do zero na área e hoje faturam R$20, R$30, R$40 mil por mês com busca e apreensão. Não porque são gênios — mas porque aplicam um método comprovado que funciona.
E agora quero compartilhar esse método com você.